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Entrevista Herbeth de Souza

Você sempre falou muito de Deus, mesmo antes da IMPD, quando conheceu o evangelho?

A minha relação com Deus começou na dor. Em agosto de 1995, perdi meu pai, estava no SBT, e sete dias depois perdi minha mãe com apenas 49 anos. Ali,começava uma dor muito grande. Ali, começava o trabalhar de Deus na minha vida. Dois anos depois, eu me converti. Fiquei um ano firme e depois me afastei e aí começou uma prova muito grande, fiquei sem trabalho, passei muitas dificuldades em São Paulo. Paguei um alto preço por ter me afastado de Deus. Voltei firme ente 2003 e 2004, ainda em outro ministério, numa pequena igreja em Osasco e hoje congrego na IMPD.

O Aqui Agora foi extinto em 1996, e todos ficaram desempregados, tinha acabado de perder meu pai. Tive de mandar minha família de, volta para Natal, para a casa de minha sogra. Tive uma passagem rápida pelo - Cidade Alerta, (Record), depois fui para o Ratinho em 1998 e ?quei três 7 anos. Em 2001, fui para a TV Gazeta apresentar um quadro chamado “Impacto”, dentro do programa Mulheres. Depois que saí de la começava uma batalha grande. Nesse período estava afastado do evangelho. Imagine o que é ter a luz cortada, e isso depois de ter tido fama e dinheiro. Quando você está por cima todo mundo fica do seu lado, quando você fica desempregado as pessoas somem. Chegar a ter um padrão de vida e cair não é fácil. Mas era Deus trabalhando na minha vida. Ele tinha um plano pra mim.

E você sentia que iria vencer essa prova?

Deus falava que iria me abrir uma grande porta. Eu achava que iria voltar para o SBT, onde, graças a Deus, tenho livre acesso ao Silvio Santos, converso com ele como estou conversando com você. Em 2008, eu tinha uma proposta para comandar, como âncora, a volta do Aqui e Agora. Falei com o Silvio e o combinado é que se desse ibope eu teria um salário de R$ 200 mil reais por mês. Mas fui traído por um diretor que eu mesmo indiquei para o cargo, fui demitido por ele. Fiquei 40 dias no SBT e menos de um mês no ar. Foi um dos momentos mais difíceis da minha vida. Se eu não me apego com Deus, teria desistido. Cheguei ao meu limite. Fiz programas regionais para emissoras do SBT em outras praças, durante oito meses. Eu assistia as pregações do Apóstolo Valdemiro pela TV, mas não o conhecia. Daí, tive um sonho com o Apostolo Valdemiro onde eu entregava o projeto de um programa de TV para ele e conversávamos sobre isto. Contei a minha esposa e oramos para ver se era a vontade do Senhor ou apenas produto da minha imaginação. Um dia, o João de Lima, membro dessa igreja, me fez um convite para ir até a IMPD. E eu passei a frequentá-la. E como o sonho do Repórter Depois do sonho, tentei durante alguns meses entregar o projeto do programa de TV ao Apóstolo, mas o material não chegou até a haveria um encontro entre o Apóstolo e eu. E quando Deus prepara acontece. Eu vim numa segunda-feira na Concentração do Clamor Financeiro, com o Bispo Josivaldo. Com o piloto do programa nas mãos, cheguei à sede, da Rua Carneiro Leão. Estava com meu amigo, disse a ele que precisava ir ao banheiro. Mas todos estavam fechados. Encontrei um que podia usar e quando saí do banheiro quem vinha descendo as escadas era o Apóstolo, e ele disse: “e aí repórter”. Ele me perguntou o que eu estava fazendo lá. E eu disse que precisava falar com ele. Entreguei o projeto na mão dele e disse: “Esse é de Deus”. Depois disso, em pleno culto, numa terça-feira, o Apóstolo chamou o diretor de TV da IMPD e pediu que ele. Porém o Espírito Santo falou comigo que falasse comigo porque esse projeto era de Deus. O Repórter Mundial é um projeto que nasceu verdadeiramente no coração de Deus e foi testificado no coração daquele que é um verdadeiro instrumento nas mãos de Deus, o Apóstolo das multidões, Valdemiro Santiago.

De onde veio o Interesse pelo Jornalismo?

Eu acredito que você nasce jornalista, você se aperfeiçoa, mas o forte é aprender na prática. Eu era “piolho” de rádio, sempre fui fã do Silvio Santos e de outros comunicadores importantes, como Flávio Cavalcanti, Chacrinha. Faço a TV com o time do rádio. A escola é o rádio. É importante se preparar, estudar, mas só isso não basta. Vocação é fundamental.

O que mais gosta na profissão de jornalista?

De me comunicar, falar com as pessoas, ainda mais hoje fazendo o que eu gosto a serviço da obra de Deus.

O que menos gosta na profissão de jornalista?

A vaidade que contamina a nossa profissão. A gente pensa que é muita coisa e isso muda as pessoas. Você está em cima hoje, amanhã você não está. Temos de respeitar desde o faxineiro até o dono da empresa.

O que mudou na sua vida desde que conheceu o evangelho?

Quando a gente não esta na obediência do evangelho tudo está para acontecer, mas não acontece. Quando você está com Deus e tem comunhão, tem di?culdades também, mas Deus te dá sabedoria para atravessar os momentos difíceis. O coroamento dessa minha história é eu estar fazendo o trabalho que faço a serviço da obra de Deus. Agradeço em primeiro lugar a Deus e a um homem de Deus, que é o Apóstolo. Hoje, me sinto muito feliz e não troco esse trabalho por nada. Mesmo para ganhar muito dinheiro eu não trocaria.

Você sofreu alguma discriminação entre os colegas de profissão quando assumiu que era evangélico e passou a trabalhar para a Igreja Mundial?

Os colegas vêem com diferença, porque acham que ficamos fanáticos. Eles me respeitam muito, mas quando eu sinto que há uma insinuação ou algo do gênero eu oro por cada um que me discrimina.

Cite Algum episódio curioso nesses anos de reportagem?

Em 1992, eu estava fazendo a cobertura das eleições em Natal, e um homem sem camisa e com revolver na mão, que era militante de um dos partidos que disputava as eleições, me ameaçou. Depois, conseguiram controlá-lo e foi preso, mas foi um grande susto. Outro fato que me marcou foi entrevistar o Roberto Carlos. Fiz dar uma palhinha da música “Jesus Salvador”. Admiro o Roberto, e gosto principalmente das músicas em que ele fala de Deus.

Foram muitos, mas eu destaco o João Inácio [homem curado de lepra], eu o vi passando na minha frente cheio de feridas e sangue e aquele era um momento difícil da vida do Apóstolo e Deus realizou aquela cura. Outro caso foi a mulher que ressuscitou na concentração em Curitiba. Eu fiquei com medo, eu a vi dura, pensei: \'meu Deus e agora?\'. Mas o Senhor faz maravilhas.

Porque os Milagres acontecem na IMPD?

Porque tem um homem que paga um alto preço, tem uma vida no altar, respira Deus 24 horas. E Deus responde a ele verdadeiramente. Não gosto do termo realizado, porque a gente sempre tem muitos sonhos, dizer que é realizado parece que a pessoa não precisa de mais nada. Sou muito feliz em fazer a obra e ainda tenho muito a realizar.

Qual seu maior sonho?

Ver a Rede própria de Televisão da Mundial em operação. E outro sonho, pessoal, que acalento, é ver a minha Fundação Social e Artística , na cidade de Parelhas, funcionando. Quero dar oportunidade aos muitos “Herbeths” da minha região. Hoje, ela está no papel, pois faltam recursos. O projeto visa tirar jovens carentes das ruas e criar meios para que eles tenham um futuro.

 

Fonte: Avivamento Urgente

Foto: Igor Gonçalves



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